Olá pessoas!!!
Depois de tanto tempo sem postar, hoje resolvi dar uma passada por aqui e vi
tantos comentários lindos que fiquei até me sentindo culpada por não ter mais
dado notícias.
Estou tentando criar um novo endereço para o particularidades. Dessa vez no
blogspot. Porquê? Oras bolas, ainda não sabem como sou: vivo querendo novas
experiências, hehehe. Além do mais, os modelos deles são bem mais legais do que
esses do uol.
Bom, estou no http://particularidades.blogspot.com
Escrito por ci às 23h07
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Surpreendente seria a palavra ideal para descrever o espetáculo que o Cordel do Fogo Encantado fez em Natal na enluarada noite de sábado. O público foi ao delírio (e eu junto, of course) com uma verdadeira catarse na platéia que cantava estarrecida junto com o sorriso do Lirinha e sua performance teatral no palco montado em frente ao Palácio da Cultura.
Entre uma música e outra, Lirinha recita versos como: "O amor comeu minha paz e minha guerra, meu dia e minha noite. Comeu o meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte". E contar histórias como a do menino que tinha vergonha do pai ser palhaço de um circo no interior.
A banda mistura teatro, poesia, música e muita percurssão, mantendo-se fiel a sua história, que começou em 1997, na cidade de Arcoverde/PE, como um espetáculo teatral homônimo, baseado em música e poesia.
Conheçam a história do grupo no site oficial. Aproveitem e ouçam algumas músicas.
Escrito por ci às 20h14
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Aids se alastra mais entre mulheres
IURI DANTAS DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Levantamento anual da ONU sobre Aids e vírus HIV divulgado ontem mostra que a epidemia vem se alastrando de forma mais intensa entre mulheres, especialmente nos países do Leste Europeu e no continente asiático. As nações em que houve maior crescimento no número de infecções neste ano foram a China, a Índia, a Rússia e a Ucrânia.
Os números mostram que a epidemia continua crescendo. A quantidade de pessoas infectadas com o HIV atingiu seu ápice desde que a ONU começou a contabilizá-las, há quase 20 anos. Segundo a estimativa oficial, existem hoje cerca de 39,4 milhões de portadores de HIV no planeta, na média. Pela metodologia da pesquisa, esse número pode variar de 35,9 milhões a 44,3 milhões. Ou seja, é possível que haja até 44,3 milhões de soropositivos.
As mulheres representam 44,7% do total. Mas a variação dos números nos continentes é grande. No leste asiático, com o aumento dos casos na China e na Índia, cerca de 56% dos contaminados são mulheres. No Leste Europeu e na região central da Ásia são 48%. Na África subsaariana, o número chega perto dos 60%.
Segundo Carlos Lopes, coordenador do sistema das Nações Unidas no Brasil, diversos fatores explicam o aumento da epidemia entre as mulheres. Entre os principais estão o desrespeito aos direitos das mulheres, as práticas de abusos sexuais e estupros e a dependência econômica ainda forte em relação aos homens.
Escrito por ci às 10h26
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Para mulheres, o divórcio é igual a uma demissão De que adianta minha formação se larguei tudo para criar os filhos?
Theo Pauline Nestor Em Nova York
Alguns casamentos vão se degradando até acabarem. Outros, como o meu, explodem no meio do vôo, como uma nave espacial destroçada a céu aberto, enquanto uma multidão chocada observa, descrente. E os destroços perigosos da catástrofe continuam caindo.
Era final de setembro, ainda quente, mas depois do último período de calor forte de verão indiano. Eu tinha esperado um dia fresco o suficiente para assar um frango para meu marido e minhas duas filhas. Quando coloquei o frango de 2 kg no forno, com ervas verdes frescas em seu peito, nosso casamento ainda estava intacto. Quando a tirei, meu marido tinha saído de casa para sempre, o carro lotado de roupas caindo dos cabides.
O golpe fatal foi quando liguei para o banco para saber nosso saldo. Apesar de os impulsos financeiros destrutivos de meu marido terem ameaçado nosso casamento antes, eu achava que aquilo tinha acabado. Mas, naquela tarde, sem nem tentar, descobri a verdade: longe de mudar seus hábitos, ele simplesmente estava escondendo-os mais. Eu o confrontei. E, como dizem, foi isso.
Assim, o frango assado alimentou apenas uma pessoa naquela noite: nossa filha de 9 anos, Elizabeth. Eu não conseguia comer, e nossa filha de 5 anos, Grace, anunciou que não ia comer galinha de verdade, só nuggets. Peguei a caixa vermelha do freezer, tirei cinco quadradinhos amarelados, aqueci-os no microondas e coloquei-os em frente de Grace, que acreditava, como sua irmã, que seu pai tinha ido até o centro para encontrar-se com um amigo e sair em viagem de carro. "Papai vai voltar na próxima semana", disse-lhes. Não sabia o que mais dizer.
Pensei na minha amiga de infância, Nancy, cujo casamento tinha desmoronado um ano antes. Tenho três amigas de infância das quais ainda sou próxima; coincidentemente, nós quatro nos casamos em torno dos 30 anos. Durante 10 anos, vencemos as estatísticas. Então, o casamento de Nancy ruiu e agora o meu. Nosso pequeno grupo passou a refletir a estatística tão citada: metade de todos casamentos terminam em divórcio.
Na cerimônia de casamento de Nancy, o ministro falou brevemente ao grupo reunido. "Cabe à comunidade manter um casal unido", disse ele em tom firme. "Cada um de vocês aqui é responsável por lembrar a este casal do amor que os uniu e o compromisso que fizeram."
Levei suas palavras a sério, silenciosamente prometendo apoiar Nancy e Terry; a lembrar Nancy das qualidades de Terry algum dia, se viesse a falar comigo sobre uma discussão marital. Apesar de seus votos e do meu apoio, apesar de 10 anos e dois filhos, seu casamento não pôde se manter. E agora, apesar de 11 anos e duas filhas, o meu também não.
As mulheres com quem cresci, como a maior parte das mulheres de hoje, têm suas habilidades comercializáveis. Uma é eletricista; outra é artista gráfica; uma terceira é enfermeira. Dentro ou fora do casamento, podem se sustentar. Eu também sou uma pessoa bem formada, com um currículo decente. De fato, eu ganhava mais do que meu marido quando nos casamos. Eu me orgulhava de ser auto-suficiente.
Mas nós dois queríamos que um de nós ficasse em casa com as crianças e decidimos que seria eu. Então, parei de trabalhar e deixei-o nos sustentar. E agora acabei na mesma posição vulnerável que pensava ser o destino apenas das mulheres que se casaram logo após o colégio, sem experiência no mercado de trabalho.
Não que eu teria feito diferente. Valorizo o tempo que passei com nossas filhas mais do que qualquer outra experiência que já tive. Mas para uma mãe dona-de-casa como eu, o divórcio não é só divórcio. É um divórcio e uma demissão, porque você não pode mais manter seu trabalho em casa, aquele para o qual você desistiu de sua carreira.
Quando trabalhava como professora de inglês na faculdade local, chamávamos as pessoas como eu de donas-de-casa deslocadas. Imagino legiões de Betty Crockers de avental, eternamente tirando pó de móveis imaginários, nunca parando de cuidar de um "lar" que não existe mais.
Agora que minha renda minguou para a pensão das filhas e um mísero cheque de "manutenção", preciso deixar esse trabalho e procurar um "de verdade". Adiciono nossos gastos do mês e subtraio a contribuição dele. O total restante indica que, para nos manter sem dívidas, preciso ganhar um terço a mais do que jamais ganhei.
E o divórcio é um trabalho em si, com curso e manual.
Tradução: Deborah Weinberg
Escrito por ci às 18h29
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Americanos pedem desculpas por reeleição
Centenas de eleitores norte-americanos enviaram fotos com pedidos de desculpas para o website Sorry Everybody, cuja proposta é mostrar a pessoas de todo o mundo que grande parte da população dos Estados Unidos "sente muito" pela reeleição do presidente George W. Bush.
De acordo com os responsáveis pela página, a caixa de e-mails ficou lotada em poucos dias e já não estão conseguindo dar conta de todas as imagens. A maior parte das fotos traz pessoas segurando papéis com pedidos de desculpas (muitas identificando os estados onde moram). Alguns estendem seus discursos a outras áreas enquanto outros apenas xingam o atual presidente e seu vice. Confira.
Do site ig
Escrito por ci às 08h02
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Há tempos não ficava sozinha. Outro dia, ia ter um final de semana solitário, mas convidei minha irmã, sobrinhos e até meu cunhado para vir dormir aqui. Dessa vez, preferi ficar calada. Ler um pouco, navegar e até falar com as amigas ao telefone. Mas tudo cuidadosamente orquestrado com meu momento de silêncio. Cuidei um pouco de mim e da casa, desci apenas pra pegar o jornal e ver as mesmas notícias de sempre, coloquei água nas plantas, liguei pra mami e também aproveitei para fazer uma comidinha bem gostosa só pra mim. Mas confesso que estou meio medrosa de dormir sozinha. Fazer o quê!
Escrito por ci às 22h54
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Essa semana foi bem inusitada. Mas, tirando o casamento dos meus pais que foi um momento bacana, tivemos algumas dores de cabeça por aqui. Começou na segunda-feira, quando fui ao Banco do Brasil, após receber um telefonema que deveria ir fechar uma conta que estava inativa.
Pois bem, abri essa conta quando ainda era estagiária na época que fazia faculdade. Pra vocês terem uma idéia, já faz mais de quatro anos que sou formada. Mas enfim, ao chegar lá, o atendente simplesmente me fala que eu tenho um débito de R$ 113,00, já que nunca tive a iniciativa de ir encerrar a tal conta. Expliquei que há muito tempo não usava e nunca recebi qualquer extrato bancário em casa, como a maioria dos bancos mandam, mas não teve jeito. Saí de lá desnorteada, me sentindo uma idiota de não ter pensado nisso antes e, como não tinha dinheiro suficiente na hora, tive que voltar dois dias depois para ver que o valor tinha subido para R$ 115,00. Um verdadeiro assalto.
Na quinta-feira, meu companheiro liga umas 14h30 pra avisar que bateu o carro. Ainda bem que não foi nada de grave e ele acabou entrando num acordo com o outro motorista, mas nos deu um baita susto e um outro prejuizozinho prá variar. E pra completar a semana, na sexta ele me liga novamente para avisar que a estante de livros aqui de casa tinha caído e o escritório estava com papel por todos os lados. Hoje, ele viajou e eu fiquei aqui tentando colocar ordem nas coisas e rezando por dias melhores.
Escrito por ci às 22h31
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Estamos nos preparativos para o III Fórum Social Potiguar, que este ano será em Mossoró, de 16 a 19 de dezembro. Nós do comitê de comunicação, na falta de recursos para um site, criamos um blog para o FSP. Visitem-nos.
Escrito por ci às 14h46
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Confesso que estou muito triste com a morte do líder palestino Iasser Arafat.
A última imagem que tenho dele é sua saída de Israel mandando beijos de dentro
do avião, mas o que mais me impressionou foi sua disposição para continuar
lutanto pelo que acredita, pois só se deixou levar para o tratamento após o
governo garantir seu visto de volta à sua terra.
"A morte de Arafat, o mais importante líder palestino e símbolo da luta
contra a ocupação israelense, marca o fim de uma era de resistência e
enfrentamentos com os israelenses para a criação de um Estado palestino no
Oriente Médio", diz matéria da Folha Online.
Escrito por ci às 12h06
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Amanhã vai acontecer uma coisa bem inusitada na minha vida. É que meus pais, após mais de 30 anos casados no civil, resolveram oficializar o casamento religioso. O amor é mesmo lindo, né não? Toda a família está empolgada com os preparativos e eu estou planejando como se fosse o meu, hehehe. Vai ser um casamento comunitário e já escolhemos as roupas dos dois e o cardápio do jantar. E espero que esta terça que se aproxima, dia 9 de novembro, seja iluminado e traga toda a paz que merecemos.
Escrito por ci às 18h00
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Como tinha falado antes, esse fim de semana tem FestNatal, com opções de filmes, documentários e vídeos para todos os gostos. Ontem, fomos ver Glauber - o filme, Labirinto do Brasil, documentário sobre a vida e a morte de Glauber Rocha. Saímos impressionados com a força e vitalidade desse polêmico cineasta baiano que revolucionou o cinema, promovendo uma radical revisão na cultura brasileira.
A vontade é de ir direto à locadora e alugar senão todos, mas pelo menos os principais filmes dele. Na época da faculdade, vi Terra em Transe, O Santo Guerreiro contra o Dragão da Maldade e o clássico Deus e o Diabo na Terra do Sol, mas a histórias e suas imagens já cogitam cair no esquecimento. O documentário deveria ser exibido nas escolas e praças porque não fala apenas sobre a vida de Glauber, mas sim é o retrato de um período, de uma geração de cineastas e artistas que pensavam o Brasil com B maiúsculo.
No documentário imagens do enterro, depoimentos recentes de quem acompanhou sua trajetória, seu pensamento e idéias, explodem na tela num filme-tributo à memória de um artista que idealizava um cinema independente e libertário. Glauber Rocha faleceu no dia 22 de agosto de 1981, aos 42 anos e até hoje não é reconhecido como merece.
Escrito por ci às 19h50
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Não sei se vocês já conhecem, mas só agora estou lendo a revista Nossa História, editada pela Biblioteca Nacional, que já está completando um ano nas bancas. História é apaixonante e essa revista tem um papel fundamental para ensinar de forma leve e diversificada aspectos relevantes de nosso país e nossos antepassados.
Do último número, gostei especialmente da matéria sobre João do Rio, jornalista do início do século passado que atuava na Revista Fon Fon do Rio de Janeiro. Também adorei a reportagem sobre os imigrantes ucranianos que começaram a chegar no Brasil lá pelo década de 1880. Enfim, são assuntos que passeiam por detalhes do público e do privado, descortinando um passado que devemos lutar para não cair no esquecimento.
Escrito por ci às 19h44
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Gente, hoje descobri uma loja de sapatos ma-ra-vi-lho-sa. E olha que eu nem era muito ligada nisso, deve ser influência desse blog, hehehe. Fica numa mansão, em pleno San Vale, e tem sapatos para todos os gostos, com preços ótimos. Na próxima semana chegam novidades, portanto, se quiserem o endereço ultra-secreto é só me avisar.
Escrito por ci às 12h24
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Hoje começa o XIV FestNatal - Festival de Cinema que trará bons filmes este ano, como Durval Discos, Glauber -o Filme, e Uma vida em segredo. Uma das coisas boas será o preço das entradas. Acostumada a desenbolsar cerca de R$ 13,00 por uma sessão, me alegrei quando vi que o valor do ingresso custa simbólico R$ 1,00. Estreou também Taxi, o mico do ano, com a supertopmodel Gisele Bündchen, que claro não vou gastar meu rico dinheirinho pra ir ver. As sessões de arte sempre trazem filmes interessantes, na próxima terça será Histórias Mínimas, um filme espanhol que conta várias histórias passadas sobre pessoas de um mesmo povoado, que se entrecruzam, com cada um viajando pela Patagônia.
Escrito por ci às 12h02
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Parece até que quem estava fazendo eleição pra Presidência da República era o Brasil, com tanta notícia sobre as eleições norte-americanas. A Globo simplesmente transferiu toda uma equipe para lá. Tinha repórter em quase todos os estados, ou viajando para acompanhar os candidatos, realmente jogou todo o peso, como se essa notícia fosse de fundamental importância pra nossa vida e do nosso País ou como se nós estivéssemos torcendo pra um ou outro ganhar. Enfim, me senti colonizada.
Escrito por ci às 14h48
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