Gentem, deixa eu falar de Celebridade, deixa. Ontem, quando acabou o capítulo, a vontade que eu tinha era ligar pra algumas amigas só pra saber a impressão e comentar, rsrsrs. E querem saber, chorei quando a Laura morreu, sim. E quando o michê morreu também. Será que sou um monstro??? É, porque todo mundo fala que eles mereciam. E eu até do Renato Mendes tive pena!
Hoje li que a Claudia Abreu adorou que a Laura tenha matado o Lineu. Eu também gostei, acho que pelo menos essa parte ficou bem amarrada. Porque convenhamos, algumas coisas foram surreais: os dois casais PC/Tânia e Inácio/Sandra conversando como se fossem amigos há tempos... O pessoal do Andaraí jogando bolinhas de papel, que apareceram de repente(detalhe), na dupla Ana Paula/Yolanda... Renato Mendes pedindo a fita, vendo que a casa estava toda cercada... E cá pra nós, o Fernando e a Maria Clara não animam mesmo... E...
Pare, Cida, agora chega!!!
Escrito por ci às 20h24
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Oiiii todo mundo... E aih? Que estão achando do meu novo template, feito por mim mesma... rsrsrs. Ontem, fiquei até altas horas terminando e tentando entender vários processos do tal html e enfim está no ar a versão quase final. Afinal, é bom ouvir a opinião d@s outr@s.
A minha idéia é utilizar sempre minha coleção de cartões postais para ir alterando o layout. Esse aí é um cartão postal com foto do Ricardo Junqueira, fotógrafo paulista dos mais conceituados, radicado em Natal há algum tempo.
Escrito por ci às 12h55
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Essa a Dani , da Pipoca Latina, vai gostar: estamos fazendo um abaixo assinado solicitando que o filme Diários de Motocicleta seja exibido em Natal. A idéia é que todo mundo mande e-mail para os cinemas. Vocês também podem colaborar, enviando e-mail para:
Grupo Severiano Ribeiro(Natal Shopping) na_natal@uol.com.br - Att.: Sr. Júlio Paiva Moviecom(Praia Shopping): atendimento@circuitopassos.com.br webmaster@circuitopassos.com.br praiashopping@moviecom.com.br
Escrito por ci às 15h16
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Um soco no estômago. É assim que estou me sentindo neste momento, pois ainda escrevo sob o impacto do filme Dogville que acabei de assistir na sessão de arte semanal. O filme poderia ser resumido em como a sociedade transforma as pessoas em monstros ou a história de como a arrogância pode nos transformar em pessoas humilhantes.
Dividido em capítulos, o filme é contado como se fosse uma peça de teatro. Os cenários são apenas um espaço demarcado onde todos os atores atuam simultaneamente, em casas sem paredes. Dogville é assustador no início, pois não estamos acostumados a uma história contada assim. Nos primeiros capítulos, a história é meio lenta e eu fiquei pensando no que ainda viria, mas logo depois ganhou um ritmo tão intenso e com atuações perfeitas que chegam a doer.
O roteiro é simples: fugindo de gângsters, uma bela mulher recebe a ajuda da população de uma pequena cidade para conseguir se esconder. Mas esse roteiro esconde uma das melhores pérolas da história cinematográfica. Nas três horas de duração, a platéia fica presa às poltronas, com excessão de alguns risinhos em momentos bem distantes. Para quem ainda não viu, alugue ou, de preferência, não perca a próxima sessão, se tiver. Lars Von Trier arrasa.
Clique aqui para saber mais
Escrito por ci às 00h03
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Assistir CAZUZA ontem me tirou de tempo. O filme é inspirador e nos depara com um momento muito especial da produção musical do nosso país. Um tempo que ficou para trás e do qual eu só tinha vagas lembranças. A principal é uma capa de Veja no final dos anos 80 com ele no auge da doença estampando com sua cara magra a doença do século, como se quisesse mais uma vez chocar toda sociedade. Chorei muito durante o filme. Por não ter esse brilho, por ser tão covarde, por me indignar e não fazer nada. Saímos disparados e ficamos na farra até às 11 da noite em homenagem a Cazuza.
Escrito por ci às 11h08
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De uns tempos pra cá venho lendo assiduamente as crônicas do Poti, jornal dominical daqui. O motivo inicial é que minha amiga shê escreve quinzenalmente, mas depois estendi minhas leituras para os outros cronistas. E hoje me deparo com o Osair Vasconcelos com uma crônica muito legal sobre Pablo Neruda. E ele começa assim:
"Talvez tenha sido por conta de Chico Buarque que tenham esquecido o poeta: Devolva o Neruda Que você me tomou E nunca leu Maldição e perda. Maldição se foi isso mesmo que aconteceu. Quero dizer: Chico reclamou de alguma mulher que fez que lia mas não leu Pablo Neruda, e todo mundo, meio encabulado por ter um Neruda e nunca tê-lo lido, foi deixando de falar nele, foi esquecendo o chileno da Isla Negra".
Escrito por ci às 10h47
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